Quem vai carregar o piano em sua campanha?

Mar 28, 2022

As contratações dos recursos humanos em uma campanha devem ser muito bem analisadas. Elas poderão refletir seriamente nos resultados que você vai obter.

A máxima de “não contrate quem você não poderá demitir” é a mais pura verdade. Outro fato a ser observado: parentes em posições de comando traz o caos podendo implodir o grupo. E depois temos os que carregam o piano. Normalmente são os menos reconhecidos e mais atuante.

Você já deve ter visto todas essas situações e sabe que, de improviso, não se chega a lugar algum. Saiba que pessoas que são especialistas em alguma atividade fora da campanha, dificilmente virão para dentro, justamente porque suas posições no mercado privado já estão bem definidas e as vezes não necessita de novas empreitadas.   

Daí sobram aqueles que vem para fazer e acontecer. Os que são especialistas em tudo, que possuem vasta experiência em campanhas eleitorais e estão “disponíveis” para iniciar imediatamente. Conhecido também por desempregado, ou renegado por outros grupos políticos.

Todo cuidado é pouco.

Você tem sempre três grupos que irão contribuir com sua campanha:

  • Os que são voluntários por interesses futuros e não lhe cobrarão nada imediatamente.
  • Os que lhe cobrarão algo imediatamente, mesmo dizendo não ter interesse futuro.
  • Os que serão exatamente contratados como colaboradores, farão o trabalho durante a campanha e só.

Este último grupo é o mais indicado, tem mais foco e sabe que qualquer que seja o resultado ele e você já cumpriram cada qual o seu papel.

Em uma campanha precisaremos dos três exemplos acima e a hora é de agregar e não espalhar, mas todo cuidado é pouco.

Aqui, minha função é alertar a melhor forma de negociar com pessoas pertencentes aos três grupo. Agregue com atenção.

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