Em quem confiar no cenário político

Mar 05, 2021

Na busca pelos melhores CEOs, empresas tratam a cassa a talentos como uma das prioridades para ampliar seus quadros com qualificados colaboradores. Esta ação passa a ser um desafio, ainda maior, quando a função exige uma qualificação específica. Se torna algo mais intenso ainda, quando determinadas funções exigem prerrogativas amplas e que coloquem a prova o conhecimento, as habilidades e as atitudes.

“Uma empresa admite um funcionário pelo seu curriculum e o demite pelas suas atitudes” (LUIZA, 2020)

Essa afirmação feita pela presidente do Magazine Luiza, traz a luz uma reflexão para a iniciativa privada. Pode inclusive ser completada pela citação de nossa apostila onde nos ensina que:

“Competências mais apreciadas atualmente são a capacidade empreendedora, saber trabalhar sob pressão, trabalhar em equipe, ser comunicativo, criativo, inovador, saber negociar, planejar, organizar e liderar; ser assertivo na hora de tomar decisões, com flexibilidade e agilidade em situações inesperadas.” (SANCHES, 2021)

Nenhum desses atributos exigidos para se ter um excelente marketing pessoal, visando uma carreira privada, deve ser suprimido das atribuições que um candidato deve ter na busca incessante ao convencimento de seu eleitorado.

O político tem no marketing pessoal uma das ferramentas que farão a diferença não apenas na disputa por um cargo eletivo em campanhas que durem 45 dias, mas sim durante toda a sua caminhada na construção da imagem pública e política.

Os eixos do conhecimento, habilidades e atitudes, são os que constroem frente ao eleitor, o candidato perfeito.

Pelo conhecimento o candidato mostra que é profundamente capaz de resolver os problemas e anseios represados da população. Podendo construir debates e fortalecer relações por ser uma pessoa admirada pelos demais.

Pelas habilidades, se torna facilitador em diversas posições que o levam a liderar no momento de negociar, mediar e convencer. Esta habilidade o posiciona como uma pessoa intuitiva e de rápidas decisões.

Finalmente pelas suas atitudes é que será julgado. Na realidade as atitudes fazem com que os eleitores acabem observando a forma com que se comunica, age, interage e demonstra ter o poder de agregar.

A união destes três eixos, oferecem ao candidato o que o eleitor mais busca no político moderno: a confiança. Confiança é bem diferente de credibilidade.

O político que busca exteriorizar sua credibilidade, não está equivocado. Há uma concordância de que é uma qualidade a positivar muito sua imagem. Ocorre que se tivermos 4 candidatos e todos eles possuírem boa credibilidade, em qual deles o eleitor vai votar?

O Eleitor votará em quem ele mais confia.      

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

TRAJANO, M. Luiza. Empreender, empoderar e alcançar. Endeavor, 2013. Disponível em  https://endeavor.org.br/desenvolvimento-pessoal/luiza-helena-trajano/ Acessado em 12/02/2021

SANCHES, Sérgio. Marketing pessoal, imagem pública e gestão de carreira. Rio de Janeiro: ESTÁCIO, p6 - 2021.  

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