Como será o funil do eleitor?

Aug 11, 2021

Para se tornar um candidato potencial para a eleição de 2022 é preciso capacitação profissional, ampliação de marketing pessoal, o melhor posicionamento digital e a mobilização da opinião pública. Para comentar esse tema e a tendência das principais estratégias, o consultor político Gilberto Musto, foi convidado para participar do programa Morning Show, da Jovem Pan.

A seguir, os principais temas comentados:

1- O que muda com sistema de modelo eleitoral, o Distritão?

Musto - Do ponto de vista do eleitor, é ótimo pois facilita o entendimento de que os mais votados, em ordem, serão os vencedores. Para a questão partidária e proporcional, como foi criado o sistema que vigorou até 2020, requer novas estratégias para que os candidatos saibam que têm que fazer um trabalho muito mais profissional porque, o que vale, é a relação com a urna.

2 - Qual é a importância das redes sociais para a próxima campanha?

Musto - Em 2022, a mídia digital vai contribuir para a apresentação do candidato. E, no marketing eleitoral, nós utilizamos uma estratégia chamada Funil do Eleitor. O primeiro momento será o de conscientização, onde o eleitor vai conhecer quem está disputando a eleição. No segundo momento,  o eleitor vai avaliar os candidatos e suas propostas. Na sequência, há o momento de escolha, onde o eleitor compara e decide em quem vai votar.

Ao final desse funil, ou seja, depois da decisão da escolha do candidato A ou B, os eleitores se dividirão em dois eixos de atuação nas redes sociais: aqueles que serão os multiplicadores das ações do candidato nas redes sociais e aqueles que serão os defensores e que, além de multiplicar, vão defendê-lo e, ocasionalmente, ir para o embates. 

3 - Existe alguma fórmula para montar uma candidatura? 

Musto - Não existe uma fórmula, mas sim a conduta, os ajustes e a percepção da opinião pública. A tendência atual é o marketing de microtarget que propõe, na prática, a conversa individualizada com os eleitores. Essa é uma estratégia que sempre foi valorizada, mas, nos dias de hoje, o candidato precisa se atentar às necessidades e demandas individuais. Cada domicílio tem sua necessidade. Há aquela família que precisa, por exemplo, de auxílio para o remédio de alto custo enquanto que, na outra, o problema é a falta de vagas nas creches. Portanto, essas duas necessidades devem ser acolhidas pelo candidato, que precisa sinalizar quais seriam suas propostas para tais demandas. Em qualquer eleição, é preciso ter a resposta para a típica pergunta: O que eu ganho votando em você?

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